Este é um blog de gente muito competente, na defesa de uma nova politica, de uma politica de verdade. Lá podem ler-se p. exemplo André Abrantes Amaral....Papa Myzena, para quem gosta de uma política Jovem.
Na Fraseologia a condição sine qua non é condição essencial, indispensável. (in, wikcinário)
Este é um blog de gente muito competente, na defesa de uma nova politica, de uma politica de verdade. Lá podem ler-se p. exemplo André Abrantes Amaral....Papa Myzena, para quem gosta de uma política Jovem.
Muita coisa se passou durante a minha ausência, uma delas foi o anunciou, mais que esperado, do cabeça de lista PSD para as Europeias. Apesar da noticia já não ser novidade, eu não posso deixar de demonstrar o meu contentamento.
Vital Moreira Classificou as declarações de Paulo Rangel como sendo absurdas. Isto pelo facto de o deputado social democrata afirmar a importância da discussão dos temas nacionais à luz da realidade europeia. De acordo com o académico de Coimbra devemos apenas focar-nos nos assuntos europeus. Actualmente falar de políticas nacionais poderá até parecer ridículo, tendo em conta o poder de decisão que cabe ao estado-membro de uma instituição como a União Europeia. Ainda assim, não devemos esquecer e minimizar, a relação causa-efeito entre as decisões europeias e a realidade nacional. A questão é: a grande maioria dos portugueses não está consciente desta "impotência" nacional face às orientações europeias. Aquilo que os portugueses conhecem é a dura realidade que enfrentam e, bem ou mal, será esta que influenciará a decisão daqueles que no dia 7 de Junho pretenderem manifestar a sua posição. Assim sendo a discussão dos temas nacionais e o seu enquadramento no contexto europeu parece-me bastante pertinente e urgente e um bom ínicio para que os portugueses se mobilizem e se interessem mais por este acto eleitoral. Porque, infelizmente, a Europa não é tão consensual como se quis fazer acreditar. É preciso mobilizar, agitar, interessar e esclarecer os eleitores e nada será tão eficaz como mostrar-lhes que o Parlamento Europeu não serve apenas para exilar concorrência interna e vozes dissonantes.